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Notícias

10/09/2013 - 08h58

Mergulhadores encontram leões-marinhos e contato vira intimidade

 
 

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Uma faixa azul risca a península e segue paralela ao oceano por 30 quilômetros. Essa é Caleta Valdez, canal por onde a água do mar transborda vida. As dunas formam ilhas para o banho de sol da bicharada.

No verão, as maiores populações são de leões-marinhos também chamados de lobos na Patagônia. Nessa época as colônias têm fêmeas, jovens e filhotes com três meses de idade. Pelo cheiro, as mães conhecem as crias. Apesar das broncas é difícil segurar o pique dessa turma serelepe.

Formam verdadeiras gangues e entram na onda da diversão. Para conhecer esses bichos mais de perto, roupa de neoprene grossa para água gelada. A equipe navegou cerca de 15 minutos e chegou a Punta Loma, onde estão mais de 500 animais.

"Não podemos chegar até a colônia. É uma área protegida. As embarcações respeitam uma distância de pelo menos 50 metros. Mas nós vamos invadir a praia dos leões-marinhos e esperar que eles venham até nós atraídos pela curiosidade", diz o repórter Paulo Gonçalves.

Um mergulho de superfície com snorkel já é suficiente para atrair a atenção dos bichos. Eles surgem inicialmente tímidos, mas aos poucos se soltam e encurtam a distância.

Brincam, fazem um balé. A profundidade é de no máximo 4 metros.

Os guias e o repórter cinematógrafo usam equipamento de mergulho autônomo. Os leões-marinhos seguem as bolhas de oxigênio. A essa altura o contato com os animais beira a intimidade.

"Nos anos 20 ou 30 eles eram caçados. Apesar disso, é um animal muito dócil e muito sociável", diz o guia Fernando Miguel Soria.

Em outras épocas do ano o mergulho é ainda mais impressionante. É quando as colônias estão mais povoadas de animais jovens, os mais atrevidos. Querem tocar e degustar essa experiência.

A guia deixa a equipe tranquila: "Eles só mordem para brincar com a gente, simplesmente empurramos e nada acontece. Eles gostam que acariciemos na região lombar, nas nadadeiras. Não gostam que acariciem a cabeça. Quando fazemos isso elas fogem".

Todos os movimentos são monitorados pelos guarda-faunas no alto da encosta. A equipe do programa acompanhou um grupo de biólogos brasileiros que foram participar de um congresso, e aproveitaram para viver essa experiência.

Os mergulhos têm tempo máximo de 45 minutos, mas as lembranças ficam para sempre.

"Eles chegam perto da máscara. Eles querem olhar para você mesmo. Saber o que está acontecendo", explica a bióloga Juliana Moron.

"Querem mordiscar. E eles chegam muito próximo da câmera. Eu estava com uma câmera sub e eles abriram a boca, quase engoliram a câmera", conta a bióloga Cátia Silvia.

Em poucos lugares do mundo, homem e a vida selvagem podem estar assim tão próximos.

Com informações do G1

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